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Paralelo Cruzado
 


É que a sorte é preciso tirar pra ter...

Vez ou outra a gente se depara com situações que mexem demais com nosso íntimo, que nos faz tomar uma posição perante a vida. Vez ou outra somos obrigados a refletir sobre o que fazemos, fizemos, faremos...

 

De novo, fazemos, fizemos, faremos...e podem ser: é, foi, será! Queria saber qual foi o poeta que pariu todas as possibilidades existenciais que nos cercam.

 

Sério!

 

Pense bem, existe uma cobrança, umas internas e outras não, sobre tudo que existe em relação a si. Existe sempre algo a nos procurar o pensamento, existe sempre um “porém” guardado no canto de nossa mente. O que poderia ter sido, o que hoje é, o que um dia será, como será, de qual forma foi, como poderia ser e mais uma (in)finidades de perguntas que podem ser geradas por uma única razão: você!

 

Razão, algo tão engraçado quanto à sanidade. Cobrada, exigida, mas não entendida em sua essência.

 

Qual o fato de ser? Normalmente algo tão importante e, muitas vezes, sutil o suficiente para passar despercebido. Pensar que algo lhe é importante e essencial é tão estranho e assustador pelo único fato de temer perde-lo. Assumir essa “dependência” é sinal de fraqueza, de irracionalidade, de pura imaturidade.

 

Sempre vi no ato de assumir a coragem, e não o contrário. É assumindo que se chega à honestidade e é de forma honesta que se chega à verdade. Não nessa verdade mistificada de divindades e afins, mas na sua verdade.

 

Assumir algo é se assumir, é se aceitar, é olhar para si e acreditar que aquilo que o é, se não é melhor, ou diferente, que o ontem, ainda pode ser melhor, ou diferente, no amanhã.

 

Mas tudo isso por quê?

 

Por que é essa a razão de viver, achar o que te faz bem! Viver é descobrir a verdade particular de cada um de nós, sendo honestos, sinceros, nos assumindo na vida.

 

Ah, essa sanidade às avessas minha.



Escrito por Thiago Barone às 01h08
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O Outro Lado

Pedaleiras, válvulas e caixas de som. Captadores, filtros de voz e palhetas na mão. Pincéis, estopas, cortadores de alta precisão. Tintas, guaches e o mundo a seus pés, como em uma cena de cinema em 3D. Até aonde a evolução pretende nos levar? Até aonde ela pode influenciar?

 

Pensei nisso esses dias, qual a maior mudança que a tecnologia nos trouxe? Falo sobre a tecnologia no mundo das artes, aonde ela influência técnicas de criação, produção e resultado final das obras. A resposta foi: saudosismo.

 

Sério! Se pegue no saudosismo, naquelas horas em que você escuta uma música no rádio e diz “Puts, que saudades do Elvis.”, relembre aquele dia em que você foi à exposição aí ao lado e quando viu um quadro imaginou “Tarsila faria melhor.”, pensou? Agora imagine o inverso. Veja o outro lado.

 

Se pegue no “presentismo”, é mais difícil eu sei, mas se imagine dizendo “Queria ver o CPM na década de 60.”, ou então, “Spielberg, adoraria uma parceria sua com Chaplin”.

 

Além de opções, estilos e “realidade”, a tecnologia, trouxe a discórdia. O que existe hoje é sempre inferior ao que passou, claro que não foi apenas a evolução tecnológica que gerou isso, mas essa influência além de gerar inúmeras possibilidades para que artistas das mais variadas ramificações possam criar e ser cada vez mais originais, criou a incógnita: Como seria o mundo artístico invertido?.



Escrito por Thiago Barone às 22h02
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O bem e o mal

Irruuuu..de volta depois de muuuuuuuuuuuuuuuuuito tempo...

A demora se deu por que eu tirei férias hehehe...férias de algumas coisas que precisavam ser esquecidas e retomadas somente agora. E já que o “agora” chegou, bora voltar pro blog (até parece).

Durante este período de pura “vagabundagem” eu pensei em várias coisas, ou seja, to com a imaginação bem fértil para escrever! =D

Neste falarei sobre o Bem e o Mal.

Estou trabalhando neste post há algum tempo, por acreditar que este é um assunto um tanto delicado para ser exposto e em certo momento julgado. Tentei expressar de forma coesa o que penso para que não me entendam mal.

Vamos lá!

“Como alguém tem coragem de fazer isso?”, quantas vezes ouvimos essa frase quando nos deparamos com uma barbárie neste nosso pacato dia-a-dia? Provavelmente algumas várias vezes, por que assim como eu, você, seu pai e até o Manoel lá da padaria sabem que maldade é algo realmente mal!!!

Mas e se mudarmos a pergunta para, “Como alguém pode imaginar em fazer isso?”, aí tudo muda né?!?! Porque pior que fazer, é imaginar em fazer algo, pior que ser mal é criar a maldade!

E quem é que cria? O negro? O favelado? O filinho de papai que sempre teve de tudo? O pobre? Isso aí, todos eles! Todos eles criam à maldade, e pode acrescentar na lista: eu, você... aliás, acrescente todo mundo, todo mundo cria a maldade. Mas antes que você me xingue mais um pouco ou se desespere e corra pra igreja se confessar, eu explico.

Aquele que tem a capacidade de criar à maldade, que arquiteta tudo aquilo que gera repúdio da sociedade só o faz por ser bom! E não é “bom” no sentido de ser “fodão”, e sim “bom” de bondoso.

Eu acredito que seja parecido com uma escala numérica, segue a escala:

...3, 2, 1, 0, -1, -2, -3...
   |--------------------|
              | nível da maldade/ bondade do indivíduo.


Ou seja, quanto mais bondosa uma pessoa é, mais má ela fica por conseqüência, porque a partir do momento que se conhece uma certa “quantia” de bondade se conhece esta “quantia” inversa, a maldade.

Porém, como a obra de Deus, Alá, Buda, ou seja lá quem é que tenha criado esse hospício chamado Terra, a obra deste Ser é perfeita. Por quê?

Por que assim como na escala numérica, os números considerados positivos (bondade) são crescentes, tanto nos números quanto nos valores, e os considerados negativos (maldade) são crescentes nos números, mas não nos valores, pois, os positivos ficam com menor valor conforme se aproximam de zero, já os negativos, quanto mais próximos de zero estão, maiores ficam.

Ou seja, quanto mais bondosa uma pessoa é, mais longe (em sua mente) das maiores maldades ela está (e mais propenso a esquecê-las), e quanto mais maldosa uma pessoa é, mais longe das grandes bondades ela fica.

Sendo assim, concluímos que uma pessoa bondosa tem a mesma capacidade de criar uma situação má que alguém que seja realmente mal tem, porém como esta está muito mais longe da maldade esquece de como ela realmente é, e vice-versa.

Ao se analisar através desta escala vê-se que, quanto mais bondoso alguém é, mais longe da maldade está, porém, quanto mais maldoso um alguém é, mais perto da bondade ele está. Como?

Salvo as pessoas que tem realmente um distúrbio mental, fato que as desqualifica de qualquer tipo de análise por não responderem a estímulos racionais e sim estímulos que vêm destas áreas de distúrbios, as pessoas que cometem crimes hediondos parecem estar mais próximas da bondade por terem a plena consciência de que são más ou terem a consciência de que cometeram algo abominável. Já as que cometem crimes “leves” têm mais chance de considerar seu ato como algo normal ou fortuito. O que não quer dizer que um tenha maiores chances de arrependimento ou de ser julgado por um ato isolado, não podendo assim generalizar.

Por fim, somos bondosos e maldosos em essência, somos ambos por completo, diferentes pelas atitudes e escolhas individuais, que são íntimas demais para serem julgadas.

É como um velho ditado que diz, uma vela gera uma quantia de luz e uma quantia de sombra.

Espero ter sido claro o suficiente e que todos tenham entendido o contexto.

Fui!! o/



Escrito por Thiago Barone às 01h41
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Efeito Colateral?

 

 

 “O que será que será”? Até quando será que estaremos aqui? E se estivermos, como estaremos?

 

Buscando tecnologias? Como hoje ou pra tentar esquecer esse hoje? Como estaremos?

 

Hoje em dia presenciamos o maior ataque que o ser humano pode sofrer, o retorno de seus próprios atos. E o pior que sofrer esse ataque, é simplesmente provoca-lo e não saber como se defender.

 

Não contente com o que temos, procuramos sempre o novo, através deste desejo de evoluir buscamos aquilo que desconhecemos, e ao buscar o desconhecido achamos o limite.

 

É algo natural, tem-se um início, o aprendizado, a busca por saber, o aprendizado novamente, uma nova busca e assim sucessivamente até o fim, até um limite. Não é uma surpresa, é natural, é a natureza. E é exatamente ela que nos dá esse sentido, esse ímpeto pelo novo. Agora descobrimos que é ela também que nos mostra o limite de tudo.

 

Não digo que devemos parar, é totalmente o contrário, continuar sempre! Mas acredito que o continuar de agora seja o passo mais importante que o ser humano irá dar em sua história, será o passo para a sobrevivência, o simples ato de zelar pela vida.

 

Daqui por diante a busca deve ser pelos erros que cometemos, como corrigi-los, como preservarmos, como unir cerca de 6 bilhões de pessoas em torno de um ideal. Novas tecnologias, novos treinamentos, novos combustíveis, tudo novo, alma nova, vida nova...mundo novo. É hora de inovar, hora de criar, é a hora do ser humano ser realmente humano.

 

O que se vê é o início do fim? Apenas um sinal?

 

Só nos resta saber se o que vemos e sentimos, é um efeito colateral de nós mesmos.

 



Escrito por Thiago Barone às 23h04
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Placebo

Pra quem sabe vai tudo bem, o logo ali, que não se aproxima, mais ainda vai chegar

Traz a esperança para todos que precisam acordar cedo e ir trabalhar

Aqui, eu e você, esperamos tudo que um dia irá acontecer, com uma angústia de esperança

Que não passa, que não chega, mas nos motiva a sempre recomeçar

 

Dorme, dorme e continua a esperar, se isola e não deixa de acreditar

Porque eu e você já sabemos aonde isso vai dar

Não acaba, não finaliza e logo, o logo deixa de chegar

 

E tudo que nos cerca tem a promessa de estar no futuro,

Mas de repente tudo acaba, então o futuro já passou?

A minha esperança me traiu, me deixou na mão, na mão da realidade

Nua e crua, impecável e implacável me tira do transe de sonhar

 

Acorda, acorda e volta a trabalhar, levanta e continue a acreditar

Porque eu e você já sabemos aonde isso vai dar

Não acaba, não finaliza, mas logo, o logo vai chegar

 



Escrito por Thiago Barone às 22h20
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Retórica do tempo ¬¬

 

Olááááá.

 

Mais uma vez, um bom tempo se passou e eu não postei nada hehehe.

 

E como a falta de tempo para pensar em algo continua, deixo aqui um poeminha bem simples, bem assim, feito agora, ainda a tempo.

 

Mas antes, tenho que agradecer a Dani, que me indicou para o Prêmio Blog. Valeu mesmo!! Hehe. Depois deixo meus 5 indicados aqui. Mas depois, porque não entendi como funciona ainda hahaha.

 

Agora sim o poeminha.

 

Tempo, tempo amigo meu

Como eu faço pra você voltar pra mim?

Não saia assim, não me deixe assim

E se for, me diga

O que será deste tempo tolo aqui?

O que será deste tempo tolo aqui, sem mim?

 



Escrito por Thiago Barone às 20h34
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O que ser(á)?

Hoje um presente me surpreendeu me apresentou um passado distante. Não tão distante, e nem pode ser tanto assim, afinal até num passado mais presente ele era meu futuro. Mas o futuro virou presente tão rápido que nem pude senti-lo, e virou um passado tão esquecido que resolveu voltar e virar esse passado-presente.

 

E do futuro, que há de ser?

 

Me fiz essa pergunta hoje cedo, e cá estou, pensando no passado que tinha um futuro, agora ele é presente e mais tarde será um passado, mas um passado tão presente que poderá estar novamente em um futuro próximo, tão próximo que  no dia que virar presente poderá passar a ser um passado tão escuro que me esquecerei, pra quem sabe tê-lo novamente no futuro e me lembrar no presente que ele já foi meu passado e para o passado voltar.

 

E de nós, que há de ser?

 

Fruto de um futuro tão presente que quando se tornar passado será tão presente que iremos pensar que o somos? Um passado esquecido pelo futuro, esse futuro chamado de presente? Um passado que, ainda hoje, no presente, acreditamos estar num futuro fortuito que está por vir? Será que nosso futuro já não passou? Será que não somos um presente distorcido do passado? Ou quem sabe uma ameaça remota para o futuro?

 

E nós, o que ser(á)?



Escrito por Thiago Barone às 19h25
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Que falta que faz...

Oxe, depois de um tempão, cá estou eu novamente. Cheio de coisa, cheio de muita coisa, mas...é a vida e a falta de tempo. Orra, claro que é quanto mais ele passa menos você tem e por aí vai. Por causa dessa falta de tempo que eu fiquei sem postar.

 

O tempo faz falta pelo simples fato de sê-lo, ele passa e pronto, foi-se o tempo. O tempo faz falta por causa desse nosso hábito de certeza, o tempo faz falta porque somos da geração do “Naquela época...”. Como faz falta não ter tempo não é?!?!?! Presta atenção....pronto, você perdeu tempo! hauhauhauhuahauhauh

 

É sério, imagina. Você não sente falta de tempo pra brincar com seu filho? Aquela hora que ele vem pedindo nada mais do que um mínimo de atenção pra chutar uma bola na parede, pra brincar de desenhar, pra ver uma estrela cadente, assistir um desenho ou só pra perguntar por que o céu é azul.

 

Aqueles 5 minutinhos a mais pra você dormir nas segundas-feiras, aquela preguiça básica do início da semana já não há. Se você os utiliza, o transporte passa e aí o atraso te leva ao serviço. Como era bom o tempo do homem livre, sem a escravidão dos ponteiros.

 

O tempo é algo tão abstrato e cruel que se instala na mente e nos faz remoer coisas passadas, coisas que ele nos tirou. Nos faz sentir um vazio de coisas que já não podem mais estar presentes. Nos fez definir a saudade.

 

Que falta faz os amigos. Grandes pessoas que já não estão mais ao seu lado. Nada a ver com a morte ou algo assim, mas sim porque algo deu errado. Aqueles “irmãos” que simplesmente já não estão aqui, de certa forma se foram. A risada é virtual, os abraços digitados, que falta faz os amigos.

 

Que falta daquela época que já foi, que corríamos sem saber por que, que o tempo era infinito até durar. O cheiro do bolo da avó, as tardes que não acabavam nunca e o medo da falta de luz.

 

Saudades da família nem se fala, quando se fica longe é que se percebe que por mais gritos e brigas que existam, nada compensa a presença.

 

Que falta faz aquelas pessoas que são bem mais especiais do que se imagina, que em pouco tempo já te conquistam de uma forma “sem querer”.

 

Não tenho muito o que falar dessa falta, até as palavras escaparam pra definir alguém. Elas nem se deram ao trabalho de se apresentar para a tentativa, ficaram de lado expressando a falta que você faz.

 

 

Que falta fez você por aqui hoje



Escrito por Thiago Barone às 21h53
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O não e a Mentira

Hola Povo!

Mais uma vez eu aqui, que coisa né?!?! O.o

 

Sendo bem sincero, não sei qual vai ser o resultado final do blog, se vou me perder no meio do caminho, se vão gostar, se a “qualidade” vai se perder, mas na verdade mesmo, esse é o padrão do blog, a total ausência de um, afinal, dar um padrão é seguir uma forma, um jeito, e a linha que separa a padronização do “fazer bem feito” ou do “fazer por gostar” é fina o suficiente para arrebentar e fazer uma mistura de conceitos que apenas serviria para confundir o leitor e o pobre escritor que aqui está.

 

É estranho, como algumas pessoas preferem navegar conforme a maré, seguir a padronização habitual para a época, e não forçar novos caminhos, não tentar o novo. Preferem estar garantidas no mesmo, preferem ficar na mentira de ser do que ouvir um não honesto. Sim, porque o “não” por mais dolorido que seja gera revolta e melhora. O músico ouve não na apresentação de um disco, o escritor na de seu livro, o ator na demonstração de sua peça e o boleiro na do seu talento. Eu, você, quem mais quiser, ou não, sem exceção. Ninguém escapa disso, e aos que conseguem utilizar o receber de um não, só resta o melhor. O músico que melhora, passa sentir mais o “seu mundo” criando um perfil, o escritor que revisa seus livros e define um rumo, o ator que aprende a ter paciência para ter experiência, e se tornar o principal na peça, e até o boleiro que se adapta a uma posição ou melhora sua falha. Eu que a cada post recebo críticas e tento melhorar para o próximo, você que pode muito bem melhorar naquilo que bem entender.

 

Claro que nem todos aceitam, e aí acontece aquilo de se padronizar ao habito. Se contentar em estar sendo algo que nem lhe agrada, ser a bela fachada, tudo por não querer ouvir um simples e honesto não.

 

Então, porque não ouvi-lo?

 

Deve ser pelo fato de o “não” ser taxado como ruim, assim como o “errado” e o próprio “ruim”.

 

Aliás, um breve dito sobre o “errado”, já reparou que tudo que gostamos é imoral, ilegal ou pecado?

 

Voltando ao “não”, até acredito que ele pode ser ruim, mas apenas de forma momentânea. Não acredito que uma palavra tenha força suficiente para destruir alguém. Claro que algumas vezes apenas uma palavra pode afetar, e muito, mas se infiltrar no amargo mundo de “derrotado” é aceitar muito fácil o revés, é massagear um ego mimado.

 

A “ruindade” de um “não”  é tão clara quanto a melhora que se segue, ou a obrigatoriedade da aceitação, mas, como tudo que é adverso é o malvado da história, o “não” ficou como vilão, e a “mentira” como a mocinha.

 

Parem as máquinas! Chamem o bom moço, temos um lobo em pele de ovelha.

 

 

PS: Será que sem a maldade de um vilão o bom moço amaria tanto a mocinha?

 



Escrito por Thiago Barone às 14h05
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"O Pensamento parece uma coisa a toa..."

Bom, antes de qualquer coisa gostaria de agradecer a todos que visitaram o blog. Uma boa parte comentou e não sei se porque a maioria é meu amigo, a primeira impressão foi positiva haha. Mas como deu pra ver também, a maioria não acredita que fui eu quem escreveu o último texto ¬¬.

 

Aiai a vida é dose né?!?! Hora de pinga, hora de wisky, mas o importante é ficar louco no final haha.

 

Ok, sério.

 

Não sei muito bem porque criei o blog. Não foi nada planejado, foi meio por impulso. Isso, impulso mesmo, aquela coisa que você não sabe o que é, e que te faz tomar atitudes impensadas. Deve ter sido para combinar com esse meu impulso de escrever, de dizer o que penso e o que sinto.

 

Ta, eu poderia muito bem pensar e guardar esses pensamentos apenas para mim e boa, mas é justamente isso que causa essa agonia. Por que não falar?

 

De domingo para cá eu saí procurando vários blogs. Alguns bem sacanas outros feitos em capítulos e contando histórias. Encontrei alguns que informam sobre acontecimentos do cotidiano, alguns dão dicas sobre vários assuntos e alguns são...Filosóficos vamos assim dizer. Poderia render até um estudo ‘Por que os blogueiros tendem a escrever tudo o que pensam??’.

 

Muitos devem estar pensando “olha o cara, escreveu uma vez e já se acha um escritor”. Não é bem isso, até porque não to procurando nada, mas o “achar” é algo tão vago quanto a nossa idéia do pensamento. Sim, porque nele tem-se tudo, ou você nunca parou pra pensar?

 

Quando pensamos, como é?

 

É o ato de imaginar e de saber? Tudo bem, você sabe. E quando escrevemos? O que é? Apenas a continuação? Pois é.

 

O escritor é aquele que escreve que “materializa” o pensamento em palavras, que acha nelas um “sentido” daquilo que está ali, dentro da cachola. Vale muito a pena até ser escritor, se organiza os pensamentos, criam-se idéias, passa-se a pensar, mesmo não sendo um escritor de carteirinha realmente vale a pena. Então qual o mau?

 

Só pra recapitular, se apenas organizamos em palavras aquilo que pensamos, somos nós dono da mente, ou apenas a parte material dela?

 

Não, ta bem, agora acabou.

 

Mas só pra lembrar, qual é mesmo a diferença entre você e o escritor?

 

 

PS: Hein, não esqueçam de dar uma nota pro blog hein povo, ta ali na sua ponta esquerda, acima dos links.



Escrito por B.A. às 18h55
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“APENAS COMEÇAMOS”

Esquisito o título né?!?!  Uma pessoa só com o título de que estão apenas começando. Mas achei legal colocar a frase legionária logo de cara assim. "Apenas começo" ficaria mais correto, ou não? Enfim, não que isso mude algo, quer dizer muda, mas fica certo se pensarmos na licença poética.

 

Agora vai.

 

Paralelo Cruzado. Estranho, contraditório no nome e na minha vontade, já que de início a idéia era de colocar o nome de “Estampado”, mas enfim, gostei deste também, não tanto quanto “Estampado”, mas mais do que “Pé de Couve”. Mas tudo bem, visto que de contradição à gente vive sem nem notar. Duvida? Então ta.

 

“Você tem sede de que?”. Vai vendo, você estuda o que quer? Trabalha o que gosta? Gosta do que trabalha? Você paga imposto, paga conta, leva bronca e ouve calado. Vive irritado, desconta no filho, se perde na rua, bate o carro, é assaltado. Chora a comédia, ri da tristeza, perde sua banda favorita (ai Los Hermanos), ouve a massacrante tirania da música ambiente. Termina o namoro, trai seu marido (é traído por ele), perde parente, perde a esperança. E tudo isso de que forma? Contraditória! Ou tudo isso está alheio a sua vontade?

 

Até no amor a contradição se esconde. Gosta de um, mas está com outro. Namora um pra fazer estilo, e não faz estilo pra namorar. Chega a dar até medo de ver como é, o casal que mais briga, é o que mais se gosta. O contrário do amor é o ódio. Separados pela fina linha de uma palavra, às vezes faz o que já é virar um improvável caso do contrário. Quem entende?!?!

 

Pra todo mundo que está lendo, este é meu primeiro texto, o “Apenas Começamos”, pode ser que o blog melhore ou piore nos próximos posts, indo direto no seu contrário.

 

Mas e se ficar igual? Não vai ter um oposto.

 

Deixa pra lá, isso a gente pensa em outro post.



Escrito por B.A. às 20h16
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